Bolsonaro e o segundo voo da águia

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Jair Messias Bolsonaro é um dos maiores fenômenos da política mundial, e pelo melhor dos motivos: homem honesto, corajoso e conservador, venceu uma eleição presidencial sem apoio da máfia e sem usar fortuna nenhuma na campanha.

E no primeiro ano de governo, demonstrou na prática o que as pessoas honestas já tinham percebido e admirado: um homem realmente apaixonado pelo Brasil, com ótimas intenções e capaz de governar para as pessoas normais, e não para esquerdopatas.

Bolsonaro desligou o Brasil das ditaduras e o aproximou das grandes nações livres. Também melhorou a economia, e diminuiu realmente os índices de desemprego, violência e assassinatos.

Foi um estadista. Porém, veio o domínio esquerdista, via o circo totalitário do Covid-19 com apoio integral do STF e do Congresso, e a águia teve seu voo interrompido. Foi obrigado a pousar; e, assim, a economia foi arrasada, o desemprego voltou a crescer, e as liberdades individuais e a livre expressão passaram a valer menos do que um peido. A águia está de volta ao solo, mas não foi abatida.

Ela ainda sente as forças em suas asas, e ainda vê que há ares para suportar novos voos, mas o perigo agora é maior; e o pior, um voo solitário não faz verão. E tem poucas águias de grande porte – a exemplo de Roberto Jefferson e Silas Malafaia – ainda chamando os corvos, urubus e abutres para uma «dogfight» nos ares políticos, lembrando os antigos combates entre os Spitfires ingleses e os Messerschmitts alemães na Segunda Guerra.

Não podemos deixar consolidar na população brasileira a impressão de que não há mais Spitfires no céu, ou de que a águia real não mais voará. Precisamos acreditar no segundo voo. Um voo mais poderoso, amplo e eficiente. Mas esse voo precisa vir em tempo.

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